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The 100 -- "Bodyguard of Lies" -- Image: HU214B_0006 -- Pictured: Eliza Taylor as Clarke -- Photo: Cate Cameron/The CW -- © 2015 The CW Network, LLC. All Rights Reserved
17
fev
2016
Por que definir a sexualidade de Clarke foi um marco importante para ‘The 100’

The 100 não é uma história de amor. Mas enquanto a corajosa trama pós-apocalíptica da CW pode estar mais preocupada com a guerra na Terra, o show ganhou elogios de críticos (e hashtags fervorosas dos fãs) pela identificação de sua heroína, Clarke (Eliza Taylor), como bissexual, desde que ela compartilhou um beijo com Lexa (Alycia Debnam-Carey) na 2ª temporada.

E com esse beijo e a posterior confirmação de sua sexualidade pelo showrunner Jason Rothenberg, Clarke se tornou a primeira protagonista abertamente bissexual do canal – um movimento que ajudou o drama, agora em sua terceira temporada, a transformar no que é hoje. “Foi um marco enorme”, lembra Taylor. “A introdução de Lexa e [da] bissexualidade de Clarke definitivamente ganhou muito respeito [dos críticos] por quebrar limites, o que acho que é um pouco ridículo, [porque] isso não devia ter que quebrar limites hoje em dia”.

Rothenberg também vê dessa maneira. Para ele, escrever Clarke como bissexual não veio de querer agradar aos fãs LGBT, ou para entregar uma mensagem sobre os direitos civis. A decisão – e a posterior identificação de outros personagens, como Nathan Miller (Jarod Joseph), como gay – era simplesmente a construção de um mundo, apenas o mundo de The 100.

“A orientação sexual se encaixa no mesmo lugar que a identidade de gênero e identidade racial se encaixam dentro do mundo do nosso show”, ele diz EW. “Os personagens no show não estão preocupados com essas coisas. Eles só estão preocupados em sobreviver. Ninguém nunca classifica ninguém, como em: ‘Ela é uma mulher líder’, ou, ‘Ele é um soldado gay.’ Isso não está no vocabulário do nosso show.”

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