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30
mar
2017
O episódio de estreia de Ellen Pompeo como diretora o deixará destruído, diz Kelly McCreary

Nada agradaria a Kelly McCreary mais do que se não precisássemos de um lenço assistindo a Grey’s Anatomy desta quinta-feira, por que vamos precisar de toda a caixa. “Eu espero que você seja realmente destruído”, admite a atriz, que interpreta Maggie, a médica Grey Sloan lutando com o prognóstico terrível da mãe adotiva. “Não importa como a relação de uma pessoa é como com seus pais, eu espero que as pessoas sintam profunda empatia pela jornada de Maggie”.

Depois de descobrir quão séria é a condição de Diane, Maggie está passando por uma confusão de emoções. “Ela está apavorada, tem muito arrependimento sobre como ela tratou sua mãe [antes de saber a verdade], e há alguns sentimentos de traição [desde] ela foi deixada de fora”, diz McCreary. Mas “no fundo, Maggie é uma otimista, então ela acredita que ela e sua equipe podem fazer sua mãe ficar bem novamente.”

O que a coloca em conta a meia-irmã Meredith. “Maggie não pode ouvir quando Meredith diz a ela que o que ela não vai funcionar”, prevê McCreary. “Então ela desconta tudo em Meredith. Uma parte do que é realmente triste de ver [no drama que se desenrola] é como a realidade e a seriedade desta situação é aparente para todos, exceto Maggie. Por causa dos óculos rosa-coloridos que ela usa e uma certa quantidade de negação que ela está experientando, ela realmente não pode ouvir isto.”

Na série, tudo para Maggie está praticamente no Grey Sloan – incluindo o crush, Nathan. No entanto, o abraço entre eles, que foi mostrado nas promos, “tem menos a ver com seu afeto por ele”, observa McCreary, “do que tem a ver com ele ajudar alguém em necessidade”.

Para McCreary e o elenco foi a primeira vez da diretora Ellen Pompeo, aka Mer. “Era natural” tê-la, diz McCreary, acrescentando que “ela tinha uma maneira de arrancar camadas extras de emoção, não apenas da maneira que ela era capaz de se comunicar com os atores. Ela também tinha ótimas idéias visualmente de como melhorar a narrativa nestes espaços que estamos tão acostumados a ver já – o quarto do hospital, a casa – ou para adicionar simbolismo filmando de cima ou querendo que as cenas sejam acesas em um determinada maneira. Ela foi uma espécie de visionária!”

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